Usabilidade
Neste guia você poderá encontrar exemplos e comentários sobre usabilidade e interface na internet. A usabilidade são técnicas que ajudam aos seres humanos a realizar tarefas em ambientes gráficos de computador, no nosso caso, páginas web.
Títulos do manual
1. Informações gerais 
Vejamos primeiro algumas respostas a perguntas básicas sobre o que é a usabilidade, e para que serve.
O que é a usabilidade?
Técnicas que ajudam os seres humanos a realizarem tarefas em meios gráficos de computador.
3 conceitos muito importantes. Trabalhamos para seres humanos, que querem realizar uma tarefa de uma forma simples e eficaz e neste caso particularmente, devem realizá-la frente ao computador em um meio gráfico, a web. A usabilidade ajuda a que esta tarefa se realize de uma forma simples analisando o comportamento humano, e os passos necessários para realizar a tarefa de uma forma eficaz. Talvez soa um pouco como um trabalho industrial, mas ao fazer referência ao termo "tarefa", estamos nos referindo a buscar um programa que queremos ver na tv, ou ver informação sobre um time de futebol favorito, ou comprar um livro sobre artes marciais, por exemplo.
Realmente a usabilidade faz falta para fazer uma web?
Sim. Seja sua web um portal ou uma página pessoal, não se esqueça que as pessoas que entram em sua web basicamente entram porque buscam algo. Para tornar isso mais simples a decisão é sua, mas certamente entre todos nós podemos fazer da internet um lugar melhor onde as pessoas não se sintam perdidas ou extraviadas ou simplesmente defraudadas.
Quais são as 8 regras de Ouro sobre a usabilidade?
Espero que lhe sirva. Talvez amanhã sejam 10 regras.
1. Na internet o usuário é quem manda.
- Isto quer dizer que sem usuários sua página morre, portanto mais vale que cuide bem deles e dê o que te pedem, caso contrário, você ficará sozinho.
2. Na internet a qualidade baseia-se na rapidez e na confiança.
- Na internet conta que a sua página seja mais que rápida que bonita, confiável que moderna, simples que complexa, e direta.
3. Segurança
- Se na vida real às vezes nos custa confiar no banco da esquina, imagina como se sente as pessoas na internet quando chegam no seu site. Procure fazer com que tudo funcione como um relógio para que o pessoal possa confiar no seu site.
4. A confiança é algo que custa muito ganhar e pode se perder com um simples link quebrado.
- Isto quer dizer que tal como está a competência na internet, não se pode perder nem um só visitante por ter um link mal feito. É melhor sair com algo simples e ir complicando pouco a pouco, do que sair com tudo e ver "o que acontece". Versões 1.0 são boas enquanto o que esteja posto gere confiança. Pouco a pouco e com o feedback dos usuários, poderá ir complicando a página. Mas tenha certeza antes de arriscar.
5. Se quiser fazer uma página decente, simplifique, reduza, e otimize.
- As pessoas não vão decorar tudo que houver no seu site por muito que insista, portanto faça-o pelo menos simples, utilize todos os elementos que puder, para que deste modo os usuários sintam-se cômodos e não se percam cada vez que necessitem encontrar algo em seu site.
6. Coloque as conclusões no início.
- O usuário se sentirá mais cômodo ao ver as metas ao princípio. Desta forma não terá que buscar o que necessita e perderá menos tempo em completar sua tarefa. Se ele completa sua tarefa em menos tempo se sentirá cômodo e talvez se dedique a explorar seu site ou inclusive, talvez o recomende a um amigo.
7. Não faça as pessoas perderem o tempo com coisas que não necessitam.
- Cuidado com as promoções, se fizer pelo menos faça com cuidado. Procure fazer com que a seleção de produtos a exibir seja conseqüente e não seja do tipo "vender tudo" em todas as páginas. Segundo avance o usuário em sua navegação procure deixar mais espaço livre. Pode acontecer de na hora de comprar algo veja uma oferta que lhe distraia e perca essa venda.
8. Bons conteúdos.
- Escrever bem para internet é uma arte. Contudo, seguindo as regras básicas de (1) colocar as conclusões no princípio e (2) escrever como um 25% do que você colocaria em um papel, com isso pode-se chegar longe. Ler na tela custa muito, portanto, no caso de textos para internet, reduza e simplifique tudo o que puder.
Tudo bem, e quanto tempo levará fazer isto?
Um desenvolvimento web, em média, leva 6 meses - 1 ano. O resto é besteira. Portanto se seu business plan depende de um "deadline" para amanhã, é melhor revisa-lo!
2. Elementos de um bom site
Aqui oferecemos um guia básico sobre os elementos que compõem um bom web site e como consegui-lo.
Aqui oferecemos um guia básico sobre os elementos que compõem um bom web site e como consegui-lo.
Primeiros passos
- Dispor de tempo, tecnologia e recursos humanos para realizar o projeto.
- Que todos os departamentos da empresa sintam-se integrados no projeto.
- O que vai "vender": entende-se vender como promover, anunciar, ou vender diretamente produtos.
- A quem vai "vender": devemos identificar nosso núcleo de usuários extremos que nos ajudarão a posicionar o produto de uma forma mais definida que se nos dirigíssemos diretamente aa grande audiência.
- Como vai "vender": aqui é onde entram os temas de logística, atenção ao cliente, design do produto e web.
- Uma vez vendido, o que fazemos: é importante prever que ocorrerá amanhã quando nossos clientes já tiverem comprado os produtos. Fidelidade, promoções, seguimento...
O primeiro protótipo
- Com todos os requisitos coletados nos primeiro passos, poderemos começar a pensar em como vamos construir nosso site.
- Recomenda-se que a equipe que esteja nesta fase seja multidisciplinar (como mínimo, programação, design, conteúdo e um coordenador de equipe).
- Recomenda-se que o coordenador saiba algo de todas as matérias, (servidor, web, design, conteúdos) porque será a pessoa encarregada de criar pontes entre os diferentes departamentos e de chegar a consensos quando surjam problemas de competência.
- Com esta equipe se realizará um projeto que servirá para aproximarmos da idéia de nosso site.
- Este projeto será produzido a um nível quase real para que seja provado por usuários.
Teste de usuário
- Uma vez produzido o protótipo, faremos nosso primeiro teste de usuário.
- O teste de usuário nos ajudará a enriquecer o produto observando o comportamento do usuário, vendo as virtudes de nosso produto e, sobretudo, todos aqueles pontos débeis que possa apresentar.
- Com o teste de usuário se realizará um novo protótipo que se deveria se possível, ser testado novamente.
Lançamento
- Uma vez que tivermos o protótipo ajustado faltará a parte de realização técnica.
- Deve-se dispor do tempo disponível para ajustar o protótipo à realidade, mas não se deve encontrar novos obstáculos nesta fase.
- Para evitar estes novos obstáculos, é necessário a total transparência dos departamentos na hora de realizar o protótipo, ou seja, conhecer todas as possibilidades existentes dentro da operativa, ver o "pior dos casos existentes", ver como funciona "o primeiro dia", etc...
- Por ultimo, recomenda-se passar uma fase de "emissão de provas", ou seja, lançar o site e prova-lo em real (conexões com módem, operativa real, ver resposta do correio ou do call center no caso de que existam, etc..)
Os designs de web sites devem seguir os seguintes princípios:
1. Antecipação, o web site deve antecipar-se às necessidades do usuário.
2. Autonomia, os usuários devem ter o controle sobre o web site. Os usuários sentem que controlam um web site se conhecem sua situação em um meio abrangente, mas não infinito.
3. Há que utilizar as cores com precaução para não dificultar o acesso aos usuários com problemas de distinção de cores (aprox. um 15% do total).
4. Consistência, as aplicações devem ser consistentes com as expectativas dos usuários, ou seja, com sua aprendizagem prévia.
5. Eficiência do usuário, os web sites devem centrar-se na produtividade do usuário, não no próprio web site. Por exemplo, às vezes as tarefas com maior número de passos são mais rápidas de realizar para uma pessoa que outras tarefas com menos passos mas mais complexas.
6. Reversibilidade, um web site há de permitir desfazer as ações realizadas
7. Lei de Fitts indica que o tempo para alcançar um objetivo com o mouse está em função da distância e do tamanho do objetivo. A menor distância e maior tamanho mais facilidade para usar um mecanismo de interação.
8. Redução de tempo de latência. Torna possível otimizar o tempo de espera do usuário, permitindo a realização de outras tarefas enquanto se completa a prévia e informando ao usuário do tempo pendente para a finalização da tarefa.
9. Aprendizagem, os web sites devem requerer um mínimo processo de aprendizagem e devem poder ser utilizados desde o primeiro momento.
10. O uso adequado de metáforas facilita a aprendizagem de um web site, mas um uso inadequado destas pode dificultar enormemente a aprendizagem.
11. A proteção do trabalho dos usuários é algo prioritário, deve-se assegurar que os usuários nunca percam seu trabalho por conseqüência de um erro.
12. Legibilidade, a cor dos textos deve contrastar com a do fundo, e o tamanho de fonte deve ser suficientemente grande.
13. Continuação das ações do usuário. Conhecendo e armazenando informação sobre seu comportamento prévio deve-se permitir ao usuário realizar operações freqüentes de maneira mais rápida.
14. Interface visível. Deve-se evitar elementos invisíveis de navegação que há de ser inferidos pelos usuários, menus desdobráveis, indicações ocultas, etc.
Outros princípios para o design de web sites são:
a) Os usuários devem ser capazes de alcançar seus objetivos com um mínimo esforço e com resultados máximos.
b) Um web site não pode tratar o usuário de forma hostil. Quando o usuário comete um erro o sistema deve solucionar o problema, ou por padrão sugerir varias soluções possíveis, mas não emitir respostas que meramente informem do erro culpando o usuário.
c) Em nenhum caso um web site pode ir abaixo ou produzir um resultado inesperado. Por exemplo, não devem existir links quebrados.
d) Um web site deve se ajustar aos usuários. A liberdade no uso de uma web site é um termo perigoso, quanto maior for o número de ações que um usuário possa realizar, maior será a probabilidade que cometa um erro. Limitando o número de ações ao público objetivo facilita-se o uso de um web site.
e) Os usuários não devem sofrer sobrecarga de informação. Quando um usuário visita um web site e não sabe por onde começar a ler, existe sobrecarga de informação.
f) Um web site deve ser consistente em todos os passos do processo. Embora possa parecer apropriado que diferentes áreas tenham designs diferentes, a consistência entre os designs facilita ao usuário o uso de um site.
g) Um web site deve prover de um feedback aos usuários, de maneira que estes sempre conheçam e compreendam o que acontece em todos os passos do processo.
4. O que é a Interação Pessoa-Computador
A interação Pessoa-Computador, é a disciplina que estuda o intercambio de informação entre as pessoas e os computadores. Seu objetivo é que este intercambio seja mais eficiente: minimize os erros, incremente a satisfação...
Breve história
As origens da IPO/HCI há que buscá-las no ramo da Psicologia Aplicada que estuda a Interação Pessoa-Computador. As duas disciplinas das quais surge a IPO/HCI são as chamadas "Human Factors" e a Ergonomia (na verdade é a mesma disciplina, o primeiro termo é utilizado nos E.U.A.e o segundo na Europa). Atualmente, o uso destes termos não está claramente estabelecido e inclusive às vezes são utilizados de forma indistinta.
O predomínio tradicional na IPO/HCI foi doa engenheiros, embora a influência da psicologia é crescente. A Psicologia é a disciplina que estuda a percepção, a memória, a aquisição de habilidades e a aprendizagem, a resolução de problemas, o movimento, as tarefas de juízo, de busca ou processamento de informação e da comunicação, ou seja, processos todos cujo conhecimento se requer para o adequado desenho de mecanismos de interação do usuário. Embora a Psicologia Cognitiva seja uma ciência muito jovem em relação às investigações de caráter básico e sistemático, existem atualmente suficientes achados baseados em resultados empíricos que permitem o desenvolvimento da IPO/HCI e, conseqüentemente, de web sites adaptados aos usuários.
A IPO/HCI é também uma disciplina jovem, mas não tanto como pudesse parecer. Desde o primeiro computador foi necessário o desenho de um sistema de comunicação pessoa-computador. Os estudos nesta disciplina permitiram dar uma base teórica ao desenho e à avaliação de aplicações informáticas. A importância desta disciplina coloca-se sobre relevo ao ler artigos sobre o tema escritos há quarenta anos nos quais se prediziam de interação dos que se dispõem atualmente. Uma das associações mais influentes neste campo é a ACM SIGCHI (Association for Computing Machinery's Special Interest Group on Computer-Human Interaction) que desde 1982 reúne aos melhores especialistas em IPO/HCI.
Os primeiros estudos específicos de IPO/HCI apareceram nos anos sessenta e referiam-se à simbiose Pessoa-Computador (Licklider, 1960). Este autor afirmou antecipando-se à problemática posterior que o problema da interação homem-computador não é criar computadores produtores de respostas, e sim, que sejam capazes de antecipar e participar na formulação das perguntas.
Licklider e Clark (1962) elaboraram uma lista de 10 problemas que deveriam ser resolvidos para facilitar a interação pessoas-computador. Segundo ele, os cinco primeiros problemas deveriam ser resolvidos de forma imediata, o sexto em um tempo intermediário e os quatro últimos, a longo prazo:
1. Compartilhar o tempo de computadores entre muitos usuários.
2. Um sistema de entrada-saída para a comunicação mediante dados simbólicos e gráficos.
3. Um sistema interativo de processo das operações em tempo real.
4. Sistemas para o armazenamento massivo de informação que permitam sua rápida recuperação.
5. Sistemas que facilitem a cooperação entre pessoas no design e programação de grandes sistemas.
6. Reconhecimento por parte dos computadores da voz, da escritura manual impressa e da introdução de dados a partir de escritura manual direta.
7. Compreensão da linguagem natural, sintática e semanticamente.
8. Reconhecimento da voz de vários usuários pelo computador.
9. Descobrimento, desenvolvimento e simplificação de uma teoria de algoritmos.
10. Programação heurística ou através de princípios gerais.
O tempo demonstrou que Licklider y Clark estavam certos na maioria de suas observações, entretanto, atualmente ainda não se conseguiu realizar alguns dos problemas previstos para sua resolução a longo prazo.
Hansen (1971) em seu livro "User Engineering Principles for Interactive Systems" faz a primeira enumeração de princípios para o design de sistemas interativos:
1. Conhecer o usuário
2. Minimizar a memorização, substituindo a entrada de dados pela seleção de ítems, usando nomes ao invés de números, assegurando-se um comportamento previsível e provendo acesso rápido à informação prática do sistema.
3. Otimizar as operações mediante a rápida execução de operações comuns, a consistência da interface e organizando e reorganizando a estrutura da informação baseando-se na observação do uso do sistema.
4. Facilitar boas mensagens de erro, criar designs que evitem os erros mais comuns, tornando possível desfazer as ações realizadas e garantir a integridade do sistema no caso de um falho de software ou hardware.
Apesar da obviedade e antiguidade destes princípios é fácil encontrar em web sites de comércio eletrônico códigos imemoráveis para identificar produtos, mensagens de erro ininteligíveis e, em geral, um maltrato constante ao usuário.
1. Crie arquivos. Salve tudo o que fizer.
Quando você fizer sua pagina tenha em mente a forma de armazenar os arquivos. Procure fazer com que cada "elemento" tenha sua "entidade".
Definimos "elemento" como cada artigo, ficha de produto, gráfico que seja de interesse para os usuários em seu site.
Cada um destes elementos terá uma página com um nome, uma localização e uma ordem dentro da hierarquia de seu site.
Este elemento, portanto, estará corretamente identificado para ser acessado a qualquer momento.
O.b.s: Se seu site gera páginas em tempo real, o ideal seria salvar o sumário do dia. Por exemplo, em um broker, onde a informação de valor gera páginas diferentes a cada refresh de informação, seria interessante salvar uma ficha por empresa e dia, com a informação do fechamento, máximos, mínimos, gerando um arquivo interessante para a consulta.
2. Deixemos que o usuário busque tudo o que quiser.
O que faz sentido em um buscador é que se possa buscar tudo. Ou seja, se entro em um jornal, e coloco "Lula", o que quero é ver todas as notícias que houver sobre Lula desde que nasceu. Isso dá liberdade e mostra a potência da pagina.
Buscar nos arquivos e ver que o sistema responde, dá ao usuário mostras de que está diante de um site onde pode passar horas e horas vendo informação relevante. Se começarmos a limitar a busca (só este mês, só este número, só neste lugar) iremos por um mal caminho e pode ser que o usuário se mostre frustrado. Também ocorre que o número de resultados válidos diminui com o qual perdemos qualidade na busca.
3. Ofereça resultados ordenados
Assim como demonstrar a potência da máquina com um bom buscador é legal, também é reconfortante demonstrar inteligência. Para isso, devemos identificar palavras-chaves "relevantes" em nosso site. Esta identificação nos servirá de atalho para evitar mostrar informação redundante ao usuário. Seguindo com o exemplo do jornal. Se entro no jornal e coloco "Lula", o ideal seria mostrar um link à típica ficha oficial e logo todos os resultados relevantes em nosso site.
Esta "inteligência" requer identificar todos os elementos que acreditamos ser relevantes para o usuário e fazer de forma mais ou menos humana. Seguindo com o exemplo do jornal, palavras como "presidente", "lula", "luis inacio lula silva", nos levariam a resultado similares. Onde o ideal seria ver uma série de "fichas" que concordam com o termo buscado, e uma série de resultados provenientes do banco de dados.
Photodisc.com é um dos sites mais organizados. Não só busca por "keywords" como uma vez encontrada a foto vemos uma série de keywords relacionadas com esta. Estas keywords estão linkadas de tal forma que posso continuar buscando por keywords novamente até afinar os resultados. Basicamente o que oferece é uma sensação de "controle" que muitas vezes sentimos falta.
Mais ou menos com este sistema de "palavra-chave" e busca "brutal" poderemos oferecer ao usuário uma arma útil para navegar pelo nosso site.
4. O que ocorre no mundo real é mais ou menos o seguinte:
Gente que faz muito bem.
Temos 2 exemplos básicos que não são buscadores:
- The New York Times. Este jornal oferece um buscador, Talvez algo pequeno, mas muito efetivo. Apresenta duas opções de busca sob a forma de "radio button", que são buscar na edição de hoje ou buscar nos arquivos. Os arquivos são de pagamento prévio com o qual conseguiram também que o buscador seja uma ferramenta de venda. Nos arquivos basicamente pode-se encontrar tudo. E no buscador do dia também. É impressionante.
- Marca.es. Esta página espanhola de esportes também faz muito bem. Talvez o buscador esteja um pouco escondido, mas funciona muito bem. Aqui temos um exemplo dos resultados que oferecem.
6. Formulários
Oferecemos uma série dicas para criar formulários mais fáceis e agradáveis. Preencher um formulário não tem que ser um suplício para o visitante.
Resumo:
1. Procure reduzir ao máximo o número de campos.
2. Evite os combos.
3. É melhor que a informação não se fragmente demais.
1. Reduza ao máximo o número de campos nos formulários
Se na internet estamos falando sempre que menos é mais, quando falamos de formulários, menos é muito... deveremos tender a zero.
A. Procure reutilizar campos:
Por exemplo:
Correio eletrônico = nome de usuário.
DNI = password.
B. Evite formalidades
Exemplos de campos que não são realmente necessários:
Tratamento (Sr., Sra., etc)
Tipo de Via (Rua, Avenida, ...)
Data de nascimento (isto é realmente necessário?, se for, indique para que está pedindo.)
2. Evite o uso dos combos nos formulários.
1. É mais rápido escrever do que selecionar a opção no combo.
2. Se a página pesar menos, o usuário pode baixá-la mais rápido e acabar antes o processo.
Na maioria dos casos é mais rápido escrever o texto do que busca-lo em um combo.
Escrever a palavra "Brasil" pode levar entre 1 e 2 segundos mais ou menos, escolhê-la em um combo onde podemos encontrar todos os países do mundo pode levar em média de 4 a 6 segundos. Se usarmos o truque de pré-selecionar o país no combo, também poderemos pré-escrever a palavra no campo de texto.
O único caso no qual o uso de combos está justificado é nos que a resposta está pré-definida tipo ranking, avaliações subjetivas, marcas, etc... mas não o utilize para países, estados, números, etc...
3. Evitar fragmentar a informação.
O caso mais típico é o do endereço que em geral começa assim:
Tipo de via:, Endereço:, Número:, Código postal:...
Este caso apor sua vez costuma estar alimentado com vários combos, com o qual o usuário deve ler cada campo, entender o que está sendo pedido e preencher...
Podemos simplificar usando uma única linha onde o usuário escreva todo o endereço, como se fosse uma carta.
Endereço completo: Avenida Atlântica 245/601, Copacabana, Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Codigo postal: 22056
Desta forma só temos uma linha para o campo "endereço", e logo 3 mais para indicar código postal, cidade, estado e país.
O usuário se sentirá mais cômodo se puder colocar o que quiser e não ser obrigado a preencher coisas pré-fixadas que talvez não se entenda ou não se ajusta ao seu caso particular.
Logo, talvez falta destacar o caso de alguns bancos onde o campo "profissão" obriga ao usuário escolher uma opção da lista que o banco dispõe, fazendo uso de um buscador, códigos de profissão, etc, etc... Realmente não é recomendável. O benefício que possa dar esta informação frente ao aborrecimento que produz ao usuário não tem equivalência.
Com estes breves conselhos podemos passar de um formulário com 16 campos a 8 e diminuir o peso da página pela metade.
Resumo
Reduzir, reciclar, reutilizar.
7. Os usuários não são adivinhas
Neste artigo indicaremos quais elementos ajudam o usuário a navegar e quais não. Ademais, tentaremos indicar que elementos ajudam a predizer ao usuário seu destino ao clicar um link.
Resumo:
- Utilize links azuis e botões do sistema. Ajudam ao usuário a reconhecer o que se pode clicar ou não.
- Ofereça ao usuário a informação necessária sobre onde está e aonde pode ir de forma clara.
- Ofereça guias ao usuário (1, 2 e 3, primeiro isso, logo aquilo, lhe recomendamos isto).
- Os elementos que carregam a página devem ser indicados claramente.
Aqui estão ordenados de mais a menos aqueles elementos que claramente indicam ações de clicar e mudar de página.
- Os links em azul e os botões do sistema (não se incluem combos).
- Os links em outra cor que não seja azul, perdem parte da chamada de link.
- Os botões que não são do sistema. A aba, talvez seja um bom exemplo mais extenso, mas há outras opções.
- Links sem sublinhar que mudam de cor ou ficam sublinhados ao passar por cima.
- Fotos. O tamanho da foto ajuda que se passe por cima e se evidencie a opção de clicar. Outra opção que ajuda o usuário a clicar nas imagens, é o fato de que esteja com uma borda. Esta borda terá a mesma cor que os links, portanto ajudará ao usuário a reconhecer o link.
- Combos. O combo é uma ferramenta de seleção, e não de ação. Mesmo assim, não se recomenda nem para fazer seleções. O combo não é uma ferramenta recomendável, porque em geral, deixa o usuário inseguro sem saber muito bem o que acontece quando clica sobre ele. Seu uso é recomendado em formulários ou operações, mas nunca em navegação.
- Texto ou imagens sem sublinhar que não mudam de cor.
Com esta ordem recomendamos que sempre use links azuis e botões do sistema.
Como diz o título desta página, o usuário não é bobo, mas também não é adivinha e será mais fácil para a navegação se indicarmos claramente quais elementos têm links e quais não. Lembre-se que quanto mais fácil pareça, mais páginas visitará, mais banners verá, mais produtos olhará....
Um dado importante na hora de fazer botões é o tamanho dos mesmos, a relação de tamanho em relação à tela deve ser proporcional já que ajudaremos ao usuário a acertar na hora de clicar.
Outro dado importante é o de evitar os espaços em branco na navegação. Procure fazer com que os botões fiquem claramente contornados e que este contorno não se rompa. Se colocar uma imagem e embaixo um texto que explica o que é, procure fazer com que o espaço entre o botão e o texto também seja clicável.
Exemplo de bons botões:

Estes botões ordenados da esquerda à direita, são um bom exemplo de como fazer botões que funcionem.
- O quadrado proporciona uma área maior de acerto para o usuário.
- O círculo também dá uma área de acerto, mas é menor e o usuário costuma se apoiar nos contornos.
- Se não pintarmos a área de acerto, o usuário tem que apontar bem para acertar o botão.
Exemplo de uma boa barra de botões:

- Está claramente indicado a área aonde se pode clicar.
- O botão indica claramente que pode ser clicado o que está sublinhado.
- A separação entre botões é a mínima evitando assim zonas não clicáveis.
- Não se usam ícones, não são úteis, não ajudam e só tiram espaço.
Existem casos em que os botões gráficos pesam menos que o código html. Isto é um fato demonstrado que entre o código e o peso de um gif indexado com 2 cores quase não há diferença e ademais, proporcionamos uma área maior de acerto. Esta opção, somente no caso de que o peso seja menor, só se recomenda para elementos fixos da navegação que o usuário possa armazenar em cache desde a primeira página.
Quando usarmos links de texto (azuis e sublinhados) é importante seguir as seguintes regras:
(ADVERTÊNCIA: não clique nos links, estão vazios)
- Procure fazer com que a palavra linkada indique claramente o destino.
Usar a tag de title nos links ajuda a saber o que é que vamos ver. Alguns navegadores não o lêem, mas sempre ajuda e não é incompatível.
Se o link nos dirige a outro servidor, é bom pintar o endereço.
Outro caso importante é quando fazemos botões em seqüência (o típico, 1, 2 e 3). Isto é útil e ajuda o usuário, já que pode servir de guia e ajuda a predizer seu caminho.
O que se recomenda nestes casos, é deixar o link aberto a todo os botões e não obrigar o usuário a utilizar ou preencher o passo 1 para ver o passo 2. Em muitos formulários se utiliza este sistema de 1, 2 e 3, mas não deixa ver o conteúdo do 2 ou do 3 até que se preencha o 1. É melhor deixarmos todos abertos para que o usuário explore e não encadearmos os passos obrigando o usuário a utilizar todo o sistema.
8. Como escrever newsletters
Veremos uma série de conselhos sobre como construir um boletim de novidades de forma que cumpra perfeitamente seus objetivos.
Resumo:
- As conclusões no início.
- O bom se for breve será 2 vezes bom.
- Procure não abusar do HTML dentro do e-mail.
- Como mínimo uma vez por mês. Como máximo uma vez por semana.
- Um breve conselho para quando enviarmos uma mensagem a muitos amigos.
1. As conclusões no início:
Como sempre. Procure dizer o interessante no primeiro parágrafo. Deixe o demais para o final.
Agora vejamos as partes de um e-mail:
- Quem manda o e-mail. Se utilizar um codinome ou um apelido para enviar o e-mail procure fazer com que se possa lhe identificar e responder a esse mesmo codinome.
- No subject procure dizer o assunto do e-mail de forma clara e simples. Algo assim como "Atualização do site", "Liquidação de janeiro", "Opine sobre o preço da gasolina".
- O primeiro parágrafo deve dizer tudo de uma forma clara e simples. Incluindo os links às páginas que se faça referência.
- Eu não sou muito partidário dos sumários nas newsletters. O único que faz é ocupar espaço e diminuir tempo para ler o assunto principal. Melhor colocar o tema principal e se desejar incluir mais assuntos, coloca-los abaixo indicando claramente que estes são temas secundários que podem ser de interesse para o usuário.
- Por último inclui o típico "cancelara inscrição", "incluir inscrição" e um link ao seu site.
2. O bom se for breve será 2 vezes bom.
No caso do e-mail ainda mais. A leitura do e-mail não é algo relaxante, mas sim as pessoas costumam estar algo "tensas", portanto quanto antes leiam o assunto, antes se relaxaram e seguirão lendo. Se começamos o e-mail dizendo coisas como, "Você acaba de receber uma oferta que não poderá recusar..." o único que conseguiremos é que o joguem no lixo. Melhor começar com coisas do estilo "Oferta de 40% na seção de discos. Clique neste link.". E logo, podemos seguir descrevendo sobre a promoção para que o usuário se informe bem do assunto antes de clicar. Mas procure reduzir ao máximo o que tiver que dizer.
3. Não abuse do HTML.
Quando está bem usar o html no e-mail:
- Para incluir links longos que podem se cortar no e-mail.
- Para incluir fontes, cor e tabelas que ajudem a ler o e-mail.
Quando não está bem incluir html no e-mail:
- Para enviar paginas web completas pelo e-mail. Costumam pesar muito e ocupam muito espaço. Lembre-se também que a janela do e-mail costuma ser menor que a do navegador.
- Para incluir imagens no e-mail. É melhor indicar que dispõem de imagens no seu site e linkar tal foto, por exemplo.
Muita gente lê os e-mails em casa onde a conexão pode ser pior que no trabalho com o qual lhe custará mais baixar documentos complexos. Procure não abusar do e-mail e ao enviar imagens gratuitamente.
4. Como mínimo uma vez por mês. Como máximo uma vez por semana.
Convém enviar um e-mail de boas vindas cada vez que alguém se registre em seu serviço. Isto confirmará que o sistema funciona e que estamos na lista.
Como mínimo uma vez por mês. É recomendável enviar uma newsletter por mês. Pelo menos para que as pessoas saibam que a página continua viva e em andamento. Se passar muito tempo entre uma newsletter e outra, as pessoas podem se esquecer de você e não reconhecer mais a próxima vez que você escrever.
Como máximo uma vez por semana.. Também não convém abusar dos usuários e mais de uma vez por semana pode se considerar "Spam". De qualquer forma, procure enviar por e-mail somente aqueles eventos relevantes que ocorrem no seu site. Se não ocorre nada, você não tem porque enviar nada. Um e-mail que não tenha valor irá diretamente ao lixo e pode fazer com que o usuário bloqueie o endereço do correio de origem.
5. Um breve conselho para quando enviarmos uma mensagem a muitos amigos.
Muitas vezes quando ocorre algo importante (um vírus, uma catástrofe,...) as pessoas costumam pegar sua lista de correios completa e enviar um e-mail para todo mundo... Isto às vezes gera que alguém da lista copie todos os endereços e se dedique a fazer spam...
Para evitar isto, simplesmente copie sua lista de correio no BCC e assim não será pública para todo mundo.
9. Coloque um link do meu site
É importante que as pessoas coloquem links a nossos sites, por isso, devemos facilitar as coisas e oferecer gráficos, códigos HTML, etc.
Resumo.
- Ofereça recursos para que as pessoas possam criar links ao seu site de forma fácil. A precisão do link é vital.
- O fato das pessoas colocarem um link do seu site gera mais visitas e torna seu site mais popular.
- Algumas coisas que devemos evitar quando criarmos links.
- Informação complementaria sobre este artigo.
1. Ofereça recursos para que as pessoas possam criar links do seu site de forma fácil.
Colocar links a páginas relacionadas com o seu "negócio" é uma prática saudável que ajuda a sua página se tornar mais popular e também, que outras páginas coloquem links a sua como referência de informação conseguindo mais visitas.
Colocar um link nem sempre é fácil já que (a) tecnicamente nem todo mundo sabe como faze-lo e (b) pode ser que a página a qual nos interessa não ofereça informação relevante ou tenha deixado de existir.
Na hora de colocar um link devemos ser capazes de selecionar com precisão a página que nos interessa de tal forma que se colocarmos um link a um artigo, por exemplo, devemos evitar encaminhar ao portal da magazine (obteremos imagem de confiabilidade se as pessoas encontrarem as coisas com rapidez).
Por esta mesma razão, em nosso site, devemos ser capazes de oferecer páginas "robustas" que não expirem a validade e nem se movam. Se nosso site oferecer esta estabilidade se converterá em uma fonte de referência onde as pessoas poderão ir para consultar informações porque "sempre estará disponível".
Se por qualquer razão as páginas que aparecerem em nosso site tiverem validade,
devemos avisar para que as pessoas estejam conscientes deste fato. Não há nada mais doloroso do que colocar um link a um site que não existe (nosso site é o quem perde).
Alerta do NYT sobre o vencimento das páginas
Os recursos que podemos oferecer para que as pessoas coloquem links podem ser os típicos logos com o código HTML pronto para "copiar e colar" ou coisas mais criativas como "buscadores", jogos, banners, etc.
- Neste exemplo de Yahoo, podemos ver como se apresenta a imagem com o link e com o código HTML pronto copiar e colar dentro de nossa página.
- Amazon também oferece um amplo catálogo de logos e botões prontos "copiar e colar" em nossa página.
A precisão do link unido a um bom design pode fazer com que as pessoas o vejam de forma atraente.
2. O fato das pessoas colocarem um link do seu site gera mais visitas e torna seu site mais popular.
Não precisa ser nenhum gênio para poder dizer isso, mas aqui vão alguns conselhos práticos para serem levados a sério:
- Busque as páginas relacionadas com seu setor. Entre em um buscador popular e coloque o termo(s) que melhor definam seu site.
- Entre nas páginas que encontrar e veja o que fazem. Aquelas que forem interessantes coloque um link a seu site (procurando destacar uma página ou informação relevante).
- Envie-lhes um e-mail comentando que você tem uma página, que a visitem e que se acharem interessante que coloquem um link ao seu site também.
- O seguinte passo é escrever a meios tradicionais (revistas, jornais, rádios) especializados ou próximos ao setor, fazendo-lhes chegar a existência da nossa página. Devemos procurar comunicar pelo menos uma vantagem de visitar nosso site (informação, ferramentas, compra) para que possamos optar a ser mencionados.
- Logo há que procurar ser constante e manter esta prática de forma cíclica. Pelo menos a cada trimestre, procurar dar uma volta pela internet e ver que páginas novas existem e de novo fazer chegar nosso site, colocar um link novo e enviar e-mails.
3. Algumas coisas que devemos evitar quando criarmos links.
Esta lista é breve, porém básica para manter em boa forma nossos links.
- Quando colocar um link externo avise-o. Uma forma simples é coloca-los debaixo da categoria de "links interessantes". Também pode colocar algo do tipo (externo) junto com o link, mas o mais simples é colocar no link o domínio do site, desta forma todos entenderão que se dirige a outro domínio.
- Procure abrir esses links sobre seu próprio navegador. Se for aberto em outra janela é melhor indicar antes.
- Nunca abra uma página externa dentro dos seus frames. Isto pode chegar a ser ilegal em alguns casos.
- Ofereça um breve comentário sobre o link indicando por que o colocou, o que pode ser encontrado ali, etc.
- Procure revisar os links em seu site para evitar perdas. Se algum link do seu site falhar, a culpa é sua.
Menos é mais. Tenha isto presente na hora de selecionar os links para seu web site. Ofereça conteúdo de valor, links precisos e informação relevante. Muita gente se frustra na internet por não encontrar informação de valor.
4. Informação complementar sobre este artigo.
Há alguns dias vi um artigo que contava o seguinte:
"... a maioria das visitas não procedem do portal ... "
|
1999 |
1998 |
| Portais |
33% |
44% |
| Outras páginas e bookmarks |
67% |
56% |
| Fonte: eastgate.com |
O autor deste artigo dizia que ante isto o futuro do banner em portais, como meio de atrair audiência, é questionável já que muito pouca audiência vem por esses meios se o compararmos com a audiência global.
Ante este artigo me vieram duas opiniões.
- Se víssemos o caminho de um usuário até nosso site, pode ser que realmente o 70% das visitas ocorram por um link casual. Mas o que oferece este artigo não é uma solução, e sim, um novo problema.
Se as pessoas chegam a minha página por outras vias (que não são o portal), como faço para divulgar meu site e conseguir audiência? A resposta é "relações públicas" e na internet tem um formato muito simples: coloque um link.
- Ante esta prática perdida (coloque um link) está surgindo uma nova prática que é "lhe pago para colocar um link". Aqui podemos ver dois casos.
- Gomez.com (uma boa fonte de informação) oferece várias fórmulas de conseguir dinheiro por colocar links ou "associações":
About.com faz algo similar.
10. Usabilidade para PDAs
Um guia para o correto design de websites acessíveis por PDAs. Por José Julio Ruiz.
Um guia para o correto design de websites acessíveis por PDAs. (Personal Digital Assitants)
- Ser consciente das limitações dos PDAs.
Os computadores de bolso têm uma tela mais reduzida, menos memória e menos velocidade de processo que os computadores convencionais.
- Definir cuidadosamente a estrutura do site.
Com as seções mais importantes e links às mesmas desde todas as páginas. A primeira página já há de mostrar informação útil para o usuário, evitando páginas de boas vindas ou de seleção de idioma.
- Evitar o uso de tabelas.
Na maioria dos casos basta dividir o texto com quebras de linha e parágrafos. O processamento de tabelas diminui a velocidade de carregamento da página. Se forem utilizados, deve-se especificar as dimensões em porcentagens e não passar dos 150 pixels de largura.
- Não utilizar molduras (frames).
Por si só já há que tentar evitar seu uso na Internet convencional, com mais razão ainda na Internet móvel: a maioria dos navegadores não os suportam e diminui muito espaço na tela.
- Publicar conteúdos concisos.
Pela limitação da memória e da tela, escolher somente a informação mais importante e essencial.
- Organizar a informação cuidadosamente.
Minimizando a longitude do texto (máximo 3 telas de longitude) e escolhendo uma distribuição ótima dos links de navegação (links a outras seções). Se o texto for extenso, incluir links a distintas partes do mesmo para melhorar a navegação.
- Otimizar os gráficos.
- Em dimensão: as telas de dispositivos Palm OS têm um tamanho de 150x150, e os Windows CE/Pocket PC de unos 240x320.
- Em tamanho: escolhendo o número de cores visíveis no PDA. (16 e 8 bits de cor; 16, 4 e 2 escalas de cinzas).
- Incluir texto alternativo em todas as imagens.
Com a tag alt oferecemos informação aos usuários que desabilitaram o carregamento de imagens em seu navegador.
- Adicionar a tag handheldfriendly ao começo de todas as páginas.
AvantGo saberá que a página está otimizada para PDAs.
<meta name="HandheldFriendly" content="true"> .
- Utilizar convenientemente o caching das páginas.
Para aumentar a velocidade de carregamento das páginas. Não salvar em cache as páginas que se atualizam todos os dias (página de notícias), e salvar em cache as páginas que se atualizam raramente (página de créditos).
11. Reduza o peso de seu site
Páginas mais leves implicam mais páginas vistas. Alguns conselhos para reduzir o peso de seu site.
12. Páginas fluidas
Sãs as que suas dimensões se adaptam ao tamanho do navegador. Quando usa-las e quando não.
14. A página de erro
Os erros 404 de página não encontrada são muito típicos. Aprenda a trata-los, oferecer soluções e corrigi-los.
15. O banner perfeito
Análise do uso de banners como ferramenta de comunicação. Conselhos para melhorá-los e mais documentação.
18. Converter usuários em clientes
Não é um passo simples, mas nesse artigo oferecemos algumas pautas e raciocínios que podem ajudar muito para conseguir tornar produtivas suas visitas convertendo-as em clientes.
19. Newsletters que servem para vender
Conselhos para criar Boletins que ajudem a vender. Desde a informação que devemos colocar como apresentação até as páginas do site onde devemos linkar.
22. Avaliar a usabilidade
Estudamos os métodos existentes para avaliar a usabilidade de uma página web. Avaliação automática, de acordo com diretrizes e com usuários.
24. Construindo páginas simples
A ciência da interação homem-máquina se desenvolveu muito nos últimos anos e podemos nos aproveitar dela em nossas páginas. Resumiremos em forma de conselhos.
25. Folhas de estilo (CSS)
Guia básico e exemplos das Folhas de Estilo em Cascata apresentadas desde o âmbito da usabilidade.
26. Aumentar o número de páginas vistas
Aumentar o número de páginas vistas é a chave para conseguir com que o usuário conheça melhor nosso site, veja mais conteúdo e aumente a confiança e a possibilidade de gerar negócio.
27. Criar o momento
Artigo que explica as pautas a seguir para melhorar a produtividade, de modo que nosso site aproveite ao máximo os esforços que dedicamos. Detectar oportunidades, criar sensação de único e ter um planejamento de trabalho.
31. Guia básico para PYMES
Ajudas para centrar os objetivos de uma página para uma empresa. Desde as razões pelas quais necessitamos uma página até conselhos uma vez que já tenhamos.
32. Destruir 2 mitos do web design
Já é hora de enterrar 2 mitos do web design herdados de 1999. Nem tudo tem que estar em seus menus e usar corretamente diretórios.
36. Evitar as cores de fundo
Um fundo branco é o mais indicado, já que normalmente outras cores de fundo têm uma interpretação negativa por parte do usuário.
37. Usabilidade ao milímetro
A usabilidade não é uma ciência exata, mas sim é uma arte de precisão. Uma pequena mudança, no texto de um vínculo, o contraste com o fundo ou o espaço branco ao redor de um elemento, pode marcar a diferença entre o sucesso e a mediocridade.
38. O espaço na tela
Por norma, os conteúdos deveriam ocupar como mínimo um 50% em nossa web, pois é muito importante a quantidade de espaço destinada a este.
40. MSN Music. Um pequeno problema de perspectiva
Criticar a Microsoft é fácil e por isso comentamos seu novo projeto de música. O problema... se alguém pensa em microsoft e internet, as 3 primeiras palavras que nos vêem à cabeça são vírus, lento, inseguro...
41. A navegação impaciente dos usuários na Internet
Os usuários sabem que quanto maior número de sites vistos, maior probabilidade de encontrar o que buscam. Por isso, quando os usuários navegam mostram um comportamento muito impaciente, movendo-se rapidamente de um site a outro.
42. Criando a retícula. Como organizar a informação
A retícula é a base visual para organizar a informação de uma página web. Uma base rígida ou fluida? Duas, três ou quatro colunas? Horizontal ou vertical? As respostas a estas perguntas são dadas pelo conteúdo que tivermos que manejar.
45. Fatores Determinantes no uso de Fontes
As fontes de letras cumprem um papel sumamente decisivo tanto no web design como no design impresso. Para usar acertadamente este recurso gráfico é necessário considerar alguns fatores que influem diretamente na percepção do usuário.
46. Não se fala de usabilidade
Em alguns sites se comenta a idéia de que não é necessário falar de usabilidade para projetos web, que isso já está por padrão no pacote.
49. Como conseguir web design de bom aspecto gráfico
O aspecto gráfico de um site tem um papel muito importante. Fala-se muito na web desta importância e de como se devem construir tecnicamente os sites, entretanto se fala pouco sobre como conseguir aspectos gráficos profissionais ou designs “atraentes
52. Redação para websites
A norma básica para escrever bem textos para a web é muito simples: ter em conta que estamos em suportes diferentes, tela versus papel e, portanto, devemos utilizar novas estratégias na hora de escrever o conteúdo para um website.
53. O usuário intermediário ontem e hoje
À medida que mais e mais gente usa computadores pessoais e navega pela Internet, aumenta a tendência a considerar o PC, e a seus programas, como uma ferramenta mais.